Histórico

Os primeiros jardins botânicos surgiram na Itália, no século XVI, e se dedicavam ao cultivo de plantas medicinais e espécies usadas na alimentação. Serviam de apoio às universidades de medicina para facilitar o estudo e uso das plantas medicinais.

Com as grandes navegações e a descoberta do Novo Mundo, os jardins botânicos europeus passaram a ser reconhecidos como centros botânicos de estudo de novas espécies encontradas nas Américas. As metrópoles criavam jardins botânicos também em suas colônias para servirem de base para pesquisadores e naturalistas que estudavam a flora. Os jardins também eram reconhecidos como locais de documentação e preservação do material botânico coletado nas expedições.

A partir do século XIX os jardins botânicos passaram a receber visitante, preocupando-se em informar a população sobre os exemplares que eram mantidos nas estufas, herbários, jardins, canteiros e casas de vegetação.

Já no século XX, com a crise ambiental e o fortalecimento do movimento ambientalista, os jardins assumiram o novo papel de conservação de espécies importantes e de sensibilização do público sobre a importância da conservação das plantas.